9 de julho de 2009

Diagnóstico.

Passou uma semana. 


Duas. 


Três. 


Continuava doente, os sintomas permaneciam com força em seu corpo. 
Não havia dúvidas: era amor.

2 comentários:

Gabriella Monteiro disse...

Não havia dúvidas: era amor, é amor, será amor... hm

Nêssa disse...

Toda menina que enjôa
Da boneca
É siná que o amor
Já chegou no coração[...]
O pai leva ao dotô
A filha adoentada
Não come, nem estuda
Não dorme, não quer nada[...]
Mas o dotô nem examina
Chamando o pai do lado
Lhe diz logo em surdina
Que o mal é da idade
Que prá tal menina
Não tem um só remédio
Em toda medicina[...]