6 de setembro de 2009

Aceite, só

Ele fez promessas.
Em todas essas, ela acreditou.
Todos sabiam melhor do que eles.
Como foram bobos, aquilo não era amor.
Ele se despediu com um olhar, de quem não pensa em voltar.
E diz ignorar, a falta que esse amor faz.


"Eu tive um amor,
mas foi a dor que me ensinou a ser quem sou..." 
(CMTN - A falta)

8 comentários:

carla l. disse...

O comecinho me lembrou um outro post seu que li antes: A história que nunca foi contada (parte II).
Engraçado... Eu meio que sou como 'ela' agora. Não acredito mais em promessas. Pelo menos não com tanta facilidade como antigamente.
Às vezes me chamam de descrente. Prefiro dizer que sou esperta.

Beijo.

Tainá Facó disse...

Por mais difícil que seja, eu ainda acredito nas pessoas. Sabe por quê? Porque aprendi que ninguém é igual a ninguém. E não podemos perder a confiança. O mundo precisa de fé.

o que se faz ali não acontece de novo aqui. Tudo muda!

Eu espero que "ela" volte a acreditar! e não perca a esperança... afinal, ela é a última que morre. :)

primaverasdesetembro disse...

ja vi essa película em preto e branco antes.só o que tenho a oferecer é tempo.

Flores.

primaverasdesetembro disse...

ah!e aqui como é lindo!:)

Daniela disse...

Eu tenho tanto medo de acreditar nas pessoas e me decepcionar depois :S

Mariana Andrade. disse...

digo o mesmo que a daniela..

tão lindas as tuas palavras..

bjos e cores pra ti ;*

Giovanna disse...

Acreditar em promessas faz parte do relacionamento. É bom no começo *o* mas descobrir que essas promessas não serão cumpridas dói demais.

Coelho disse...

até pensei.
Muito legal *-*
uma triste felicidade